A Dri aprende o jeito de pedir de cada cliente · Central de Ajuda da Vendria

A Dri aprende o jeito de pedir de cada cliente

Como a Dri aprende o vocabulário de cada cliente com as suas correções na cotação, e por que um apelido de código só vale depois de aprovado.

Para: Vendedor e Administrador

Atualizado em 24/09/2026

Onde fica

O aprendizado não tem tela para o vendedor: ele acontece por trás das leituras de pedido que a Dri faz, na conversa e na importação pela tela. Você o percebe nas cotações de Cotações: o mesmo pedido de um cliente frequente vem com menos dúvida com o tempo.

O que alimenta o aprendizado é o seu trabalho na cotação: cada vez que você corrige o produto de uma linha. E quem aprova o que vira memória permanente é o administrador da sua empresa.

O que a Dri guarda de cada cliente

Cada cliente tem o próprio vocabulário: chama a caixa kraft de "cx kraft 30", escreve o código sem o prefixo, usa uma abreviação que só a empresa dele usa. A Dri guarda esse jeito por cliente:

  • Apelidos de código: "cx kraft 30" é o produto tal.
  • Abreviações: a forma curta e a forma completa.
  • Códigos prováveis: o que aquele cliente pede com frequência.
  • Unidade preferida e observações sobre o layout do pedido dele.

A memória é do cliente, não do vendedor

Dois vendedores que atendem a mesma empresa leem os pedidos dela com a mesma memória. E o que um cliente ensinou não entra na leitura de outro: a memória é buscada pelo cliente daquela cotação, e duas memórias nunca se misturam na mesma leitura.

Isso depende de o cliente estar certo. Com o cliente errado escolhido na conversa, a leitura sai com a memória do cliente errado. Ver Escolher o cliente da conversa no WhatsApp.

De onde vem o aprendizado: a sua correção

Quando você corrige o produto de uma linha (resolvendo uma dúvida na linha ou trocando o produto na tela), a correção vira aprendizado na hora, mesmo que a cotação nunca seja confirmada. Três coisas acontecem:

  1. A loja aprende a confusão de leitura. "Quando se lê este código, o produto certo costuma ser aquele" fica registrado para a loja, e vale para os pedidos de todos os clientes dela. Uma correção sozinha pesa pouco; várias, na mesma direção, pesam mais.
  2. Os códigos prováveis do cliente são atualizados: o produto que você escolheu passa a contar como um pedido daquele cliente.
  3. Um apelido é sugerido: "o que este cliente escreve assim é este produto" entra numa fila de sugestões, e não vale até ser aprovado.

A correção mais valiosa é a de uma linha que a leitura tinha resolvido com confiança e errado: é justamente o caso em que ninguém desconfiaria sem você.

Quando uma cotação é confirmada, as diferenças entre o que a Dri leu e o que ficou no pedido também viram sugestões.

Nenhum apelido entra sozinho

Os apelidos de código são a parte que muda a leitura com mais força, e por isso nenhum apelido entra na memória do cliente sem aprovação. A sugestão fica numa fila, registrada com a origem dela, e o administrador da sua empresa aprova ou rejeita. Se você corrigiu uma linha e a próxima leitura daquele cliente ainda errou no mesmo lugar, a sugestão pode estar esperando aprovação.

São dois caminhos, e eles carregam coisas diferentes

Isto explica um comportamento que parece inconsistente:

  • Na leitura do pedido entra uma fatia limitada da memória: no máximo 40 apelidos, 20 abreviações e 20 códigos prováveis. A leitura é um passo de inteligência artificial: uma lista longa dilui a atenção em vez de ajudar.
  • Na hora de casar o código com o catálogo entra a memória inteira, porque ali a comparação é exata e uma lista grande não atrapalha.

Então um cliente com memória grande pode ter um apelido que não influenciou a leitura e, mesmo assim, casou certo no final. Não é sorte: são os dois caminhos.

Quando duas pessoas ensinam coisas diferentes

O mesmo texto pode acabar ensinado apontando para dois produtos: duas pessoas, dois pedidos, discordando sobre o que aquele código quer dizer. Como a memória está hoje na maioria das lojas, vale o que foi aprovado primeiro: o apelido antigo continua valendo e o novo é descartado, sem aviso.

Em algumas lojas há uma proteção a mais, que marca o apelido como em disputa e o deixa sem efeito até alguém resolver. Ela ainda não está ligada em todas as lojas, então não conte com ela: se você perceber que um apelido está levando a leitura para o produto errado, avise o administrador para corrigir.

Uma troca explícita ("este código agora é o produto B, aposente o antigo") é diferente: ela instala o produto novo como o válido, em qualquer loja.

O que isso muda no seu dia a dia

  • Corrija na linha, não só no arquivo final. Trocar o produto certo na cotação é o que ensina; corrigir só no ERP depois não ensina nada.
  • Confira o cliente antes de mandar o pedido. A memória usada é a do cliente da cotação.
  • Cliente novo lê com mais dúvida. A memória dele começa vazia, e as primeiras leituras são naturalmente mais incertas. Ver Como a Dri encontra o produto que o cliente pediu.

Perguntas comuns

Corrigi na mão o produto de uma linha. Isso muda alguma coisa na próxima leitura desse cliente? Sim. Os códigos prováveis dele e o registro de leitura da loja mudam na hora; o apelido entra quando for aprovado.

O apelido que ensinamos não influenciou a leitura, mas o produto veio certo. Como? A leitura usa só uma fatia da memória; o casamento com o catálogo usa a memória inteira.

O que um cliente ensinou vale para outro? O apelido e os códigos prováveis, não: são por cliente. O registro de confusões de leitura é da loja e ajuda os pedidos de todos os clientes dela.

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